sábado, 16 de maio de 2015
Somos da terra,
Gente é como fruto.
Morre e germina.
Gente é como fruto.
Morre e germina.
Replantamos a vida
Abraçando,amando,
Sendo estações.
#hacai
HH
Abraçando,amando,
Sendo estações.
#hacai
HH
Na penumbra, via.
Numa noite fria,chuvosa, da janela do seu quarto observava o efeito que as luzes da chuva davam no asfalto e nos outdoors ,era o suficiente para colorir a sua imaginação .Com o coração adocicado de pensamentos bons,ela se sentia acompanhada.
Relembrava cenas de filmes com pessoas dançando na chuva ,de momentos de conquistas impossíveis de esquecer.Esses pensamentos iam amaciando sua alma devagarzinho e até o ditado popular:“Está na chuva,é pra se molhar” ela não deixou escapar.
De repente, viu aquela figura na penumbra.A luz do poste não refletia seu rosto,mas iluminava todo seu corpo,o que a tornava mais exótica molhada.
Há quanto tempo estaria ali? De cabeça baixa parecia só e triste ou quem sabe estaria ali para encantar alguém que de outra janela observava?Não parecia precisar de abrigo .Não era da rua,estava na rua,a rua não era seu lar.Como desconhecidos podiam encantá-la ao ponto de vida dar a eles e até destino traçar?
Relembrava cenas de filmes com pessoas dançando na chuva ,de momentos de conquistas impossíveis de esquecer.Esses pensamentos iam amaciando sua alma devagarzinho e até o ditado popular:“Está na chuva,é pra se molhar” ela não deixou escapar.
De repente, viu aquela figura na penumbra.A luz do poste não refletia seu rosto,mas iluminava todo seu corpo,o que a tornava mais exótica molhada.
Há quanto tempo estaria ali? De cabeça baixa parecia só e triste ou quem sabe estaria ali para encantar alguém que de outra janela observava?Não parecia precisar de abrigo .Não era da rua,estava na rua,a rua não era seu lar.Como desconhecidos podiam encantá-la ao ponto de vida dar a eles e até destino traçar?
sábado, 17 de maio de 2014
Marina Colasanti marca presença na 8ª Bienal em Campos
Ontem tive o privilégio de ouvir e me reencantar com Marina Colasanti.
Entre alguns contos,tive o privilégio de ler Ana Z,aonde vai você?, da autora,o que me impulsionou a ler o livro foi uma resposta que ela deu em entrevista com Antonio Carlos Oliviere para a edição do livro;quando o entrevistador perguntou à autora se era era possível fazer uma aproximação da obra com o clássico Alice no país das maravilhas de Lewis Carrol ,ela respondeu"Foi bom você fazer essa pergunta,porque me permite responder antecipadamente a um comentário inevitável.As pessoas gostam de se reportar ao que já conhecem,e o fato de Ana fazer uma viagem a partir de uma descida pode bastar para remetê-las a Alice.Mas há diferenças fundamentais,diferenças de conceito e de momento social.Alice cai na toca,Ana não cai,ela escolhe descer,ir ao fundo.Alice é levada pelos acontecimentos.Ana realiza uma busca voluntária,vai atrás do seu desejo.Alice acorda tudo foi um sonho.Ana não precisa acordar,porque não sonhou.Ana renasce ao término da viagem,passa,como em um parto simbólico,da infância à adolescência.Ana cresceu na viagem.Minha intenção foi escrever uma novela de formação,cheia de fatos,quase como um videoclipe".
Como eu não me despertaria para esta leitura?Amo a literatura Infantil e juvenil brasileira e para mim ,ela junto com Monteiro Lobato,Lygia Bonjuga,Silvia Orthof , Ruth Rocha e Ana Maria Machado é a base para formação de leitores que mudarão o mundo,e eu como promotora de leitura na Escola Municipal Santa Maria sempre procuro motivar os leitores para leitura como estas.
Luiz Antonio Barros hoje na 8ª Bienal do livro em Campos
" O professor Luiz Antonio Barros,da Academia Niteroiense de Letras,um filósofo que nadou em largas braçadas pelo vocabulário inusitado e pelas criações surpreendentes de José Cândido de Carvalho,com o seu universo de coronéis,bergantins e mafagafes,estará me Campos hoje na 8ª Bienal do livro .O livro inaugura as comemorações do nascimento de JCC,registrado em 2014.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Considerações sobre a 8ª Bienal do Livro em Campos.
Estou aqui pensado nos meus amados professores da Escola Municipal Santa Maria,pois eles tem sido meu braço direito agindo como promotores de leitura.A Biblioteca da Escola Municipal Santa Maria está funcionando há 2 meses e meio e para minha alegria e realização ,foram mais de 1600 empréstimos de livros,no entanto os alunos que mais frequentaram a biblioteca foram convidados para participarem da 8ª Bienal do Livro.Agendamos 2 ônibus para o dia 22,onde levaremos 100 alunos.Os professores que nos acompanharão moram à uma distância de 3 horas e meia do município,terminam de lecionar às 17:00 horas e no entanto se dispuserem à ir até Campos para pegar os tiquetiques terão que pegar o ônibus às 18:00 horas ,chegando à Campos depois do horário do último ônibus de volta.É muito desestimulante acompanhar os alunos até a bienal não podendo utilizar os tiquetiques para a compra de livros.Estive na Secretaria de Educação,tentei conversar mas nada consegui, então aqui estou em rede social criticando sim aos organizadores do evento que não pensaram com carinho na gente que mora na zona rural e reclamando pois nos tiraram a oportunidade de usufruirmos de nosso direito,outorgado em lei pela Prefeita Rosinha e bom seria se este depoimento chegasse até aos organizadores e daí quem sabe eles resolveriam abrir um espaço na bienal para atender a esses professores que moram na zona rural,lembrando ainda que a maioria tem duas matriculas não podendo também irem pela manhã.Tínhamos negociado uma van para levar alguns professores na palestra de Marina Colasanti ,Nélida Pilon e Martinho da Vila ,mas da maneira como os organizadores pensaram, nos prejudicou e muito,digo até que fomos ignorados e também os animadores culturais,pois foi negado a estes o direito aos tíquetes Quem puder ajuda!!!!Crendo no impossível!
Hilda Helena Raymundo Dias -Escola Municipal Santa Maria.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Sociedade Blog: PREFEITURA DIVULGA PROGRAMAÇÃO DA BIENAL DO LIVRO
Sociedade Blog: PREFEITURA DIVULGA PROGRAMAÇÃO DA BIENAL DO LIVRO: Do:http://www.campos.rj.gov.br/ A programação da 8ª edição da Bienal do Livro de Campos – Leitura que muda o mundo, onde o homenageado ...
8ª Bienal do livro em Campos
O evento acontece entre os dias 16 e 25 de maio, no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop) e vai homenagear o escritor campista José Cândido de Carvalho,que foi um advogado,jornalista e escritor brasileiro,mais conhecido como o autor da obra "O Coronel e o lobisomem" e também em 1974 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 31.Acho maravilhoso o campista ser homenageado,mas sendo professora da rede municipal não escondo a frustração dos professores e alunos não poder contar com o seu acervo literário nas bibliotecas escolares do município,o que dificulta bastante o aprofundamento e um trabalho paralelo ao evento.
Fui informada através do site da prefeitura que a bienal contará com a participação do cantor Martinho da Vila na abertura da programação ,, assim como, alguns nomes da literatura brasileira que estão confirmados, como Laura Muller, Marina Colasanti, Martha Medeiros e Roberto DaMatta; os cantores Fernando Anitelli, Saulo Fernandes, Bia Bedran,
Foram criados oficialmente por meio da Lei 8.549, sancionada pela prefeita Rosinha Garotinho,os benefícios Credilivro e Notinha Legal. A lei foi publicada nesta quarta-feira (7) no Diário Oficial (DO) do Município, direcionados a professores e alunos da rede municipal de ensino e também autoriza o convênio entre o Poder Executivo Municipal e a Associação Brasileira de Difusão do Livro, para o incentivo à leitura e o aprimoramento do conhecimento dos profissionais do magistério.
O Credilivro consiste na concessão de um crédito de R$ 80 para os professores da rede. A Notinha Legal, por sua vez, dá um crédito de R$ 10 para os alunos das escolas municipais. Tanto o Credilivro quanto a Notinha Legal deverão ser usados para a aquisição de obras literárias que estiverem à disposição nos estandes da 8ª Bienal.
Acho justa toda tentativa de incentivar à leitura e de aprimorar a capacitação dos profissionais de educação e um evento como esse é um pote de ouro para quem ama a leitura. Mas estou inquieta,pois faltam 7 dias para o evento e nem temos uma programação definida o que dificulta planejar a ida dos alunos ao evento.Trabalho na biblioteca da Escola Municipal Santa Maria e por ser interior a dificuldade aumenta pois dependemos do transporte que virá de Campos e que também precisa ser agendado de acordo com as possibilidades ;digo com preocupação, que em outras vezes os alunos dependeram do transporte e ficaram arrumados e nada do bendito aparecer.Começamos a funcionar a biblioteca escolar no início do ano e com um trabalho de formiguinha me aventurei a promover leitores,fiquei impressionada como todos aqueles livros ganharam vidas e saíram viajando por muitas casas na localidade.Em 2 meses foram mais de 1.600 empréstimos ,para minha alegria e realização.Percebo que estão contagiados e ao ficarem sabendo do evento ,ficaram com muita vontade de participar.O problema é que funcionamos do 2º ao 9º ano,no entanto a clientela é diferente,necessitando no minimo de 2 ônibus,pois nada mais justo os alunos que mais frequentaram a biblioteca terem a oportunidade de irem ao evento .Acho as leis ,o incentivo tudo válido,mas é preciso tecerem com cuidado a organização,para que o dinheiro investido atenda realmente quem necessita e mereça.
A direção da escola necessita de uma liberação de verba destinada á aquisição de livros e a construção da sala de leitura,mas está difícil liberar,uma visão ampla é necessária quando falamos em projeto de leitura,os órgãos envolvidos precisam estar entrelaçados para que as coisas possam realmente funcionar.
Estou feliz com as presenças confirmadas,e realizada me sentiria se alguns exemplares dos escritores convidados chegassem nas bibliotecas.Tenho tristeza ao confessar que na biblioteca da escola não temos nenhum livro da Martha Medeiros,embora muitos já tenham procurado,isso é injusto pois ela tem uma maneira especial de falar sobre sentimentos e relacionamentos,e de certa forma nos sentimos lesados.A Marina Colasanti é hoje sem dúvida,uma das mais importantes vozes femininas da literatura brasileira.Sua produção literária abre-se num variado leque de opções,que incluem a prosa jornalística,o ensaio,a crônica do cotidiano,a poesia,o conto e o miniconto para leitores adultos;bem como a poesia,a novela e o conto para o público infantil e juvenil.,mas temos apenas um livro da autora e dois minicontos.Eu só acredito na leitura para mudar o mundo,mas a forma como a conduzem não permite ficar calada.Programação:.www.bienalcampos.com.
domingo, 14 de abril de 2013
Da Terra para as Estrelas: Começa o Pré-Encontro Internacional de Astronomia:...
Da Terra para as Estrelas: Começa o Pré-Encontro Internacional de Astronomia:...: Experiência pioneira com deficientes Teve início ontem (dia 13) as atividades do Pré - Encontro Internacional de Astronomia e Astronáut...
sábado, 30 de março de 2013
6º Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica será em Campos
http://daterraparaasestrelas.blogspot.com.br/p/6-encontro-internacional-de-astronomia.html
6º Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica
Considerado um dos maiores eventos de divulgação científica do mundo, o Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica é realizado todo ano no mês de abril, em Campos dos Goytacazes.
Esse ano o evento chega a sexta edição com os seguintes palestrantes confirmados até agora:
- Marcos Pontes (primeiro astronauta brasileiro);
- Dr James Thieman (criador do projeto Radio JOVE, da NASA);
- Scott Roberts (presidente da Scientific Explorer);
- Pedro Russo ( Programa UNAWE - Holanda - Leiden University)
- José Funes (Diretor do Observatório do Vaticano - Roma - Itália)
- Carlos Gurgel (AEB - Agência Espacial Brasileira)
- Carlos Alexandre Wuensche (INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)
- Gennady Saenko (ROSCOSMOS - a agência espacial da Rússia)
- Laurent Laveder (astrofotógrafo, criador do 'moon games' - fotos brincando com a Lua - Projeto TWAN - França)
- Nazar Sallam (UAE - Emirados Árabes Unidos)
- Sebastián Musso (Presidente do Centro de Estudos Astronômicos de Mar del Plata - Argentina)
- Marcos Roberto Palhares (Agência Marcos Pontes).http://daterraparaasestrelas.blogspot.com.br/p/6-encontro-internacional-de-astronomia.html
Esse ano o evento chega a sexta edição com os seguintes palestrantes confirmados até agora:
- Marcos Pontes (primeiro astronauta brasileiro);
- Dr James Thieman (criador do projeto Radio JOVE, da NASA);
- Scott Roberts (presidente da Scientific Explorer);
- Pedro Russo ( Programa UNAWE - Holanda - Leiden University)
- José Funes (Diretor do Observatório do Vaticano - Roma - Itália)
- Carlos Gurgel (AEB - Agência Espacial Brasileira)
- Carlos Alexandre Wuensche (INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)
- Gennady Saenko (ROSCOSMOS - a agência espacial da Rússia)
- Laurent Laveder (astrofotógrafo, criador do 'moon games' - fotos brincando com a Lua - Projeto TWAN - França)
- Nazar Sallam (UAE - Emirados Árabes Unidos)
- Sebastián Musso (Presidente do Centro de Estudos Astronômicos de Mar del Plata - Argentina)
- Marcos Roberto Palhares (Agência Marcos Pontes).http://daterraparaasestrelas.blogspot.com.br/p/6-encontro-internacional-de-astronomia.html
sábado, 15 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
AMPLIAR O NÚMERO DE DIAS LETIVOS NAS ESCOLAS NÃO RESOLVE O PROBLEMA DA EDUCAÇÃO
Texto da sindicalista Graciete Santana:
Comentário da blogueira:
O Ministro da Educação quer aumentar o número de dias letivos nas escolas - de 200 para 220 - como se o problema da educação pública fosse esse.
Uma coisa é a implantação da escola integral onde o aluno teria um atendimento completo para adquirir conhecimento e desenvolver suas potencialidades em atividades extracurriculares. Outra é aumentar o número de dias letivos e manter o descaso com a educação pública por falta dos investimentos necessários.
Hoje há uma luta nacional para que 10º do PIB seja destinado a educação. Atualmente este percentual é de 5º e as escolas públicas não reune condições para oferecer uma educação de qualidade.
Aumentar o número de dias letivos serviria somente para acelerar o processo de desgaste dos profissionais de educação que seriam obrigados a conviver por mais tempo com as mazelas da educação. Além disso, representaria a finalização do processo de sucateamento das escolas públicas do país.
Defendemos a escola em tempo integral como dizia o Professor Darcy Ribeiro "lugar de criança é na escola" entretanto, para que isso aconteça será necessário amplo investimento para estruturação das escolas. Esse negócio de 220 dias letivos é uma falácia do Excelentíssimo Ministro. Se aumentar dias letivos fosse o cerne da questão a educação brasileira estaria em outro patamar por conta da ampliação já feita de 180 para 200 dias.
- Exigimos respeito à Educação Pública e aos Profissionais de Educação;
-10° do PIB para a Educação;
- Escola em tempo integral para o aluno;
- Manutenção dos 200 dias letivos.
Abaixo leia matéria sobre o tema.
Matéria publicada no Jornal Folha da Manhã edição de 12/11/2011
Aumento de horas na escola e dias letivos aprovados em Campos
O aumento do número de horas do aluno na escola e a ampliação dos dias letivos, que estão em estudo pelo Ministério da Educação, tiveram aprovação em Campos. Mas, tanto o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), quanto os diretores, acreditam que as medidas não surtirão efeito se não houver melhoria da estrutura pedagógica e administrativa das unidades escolares.
A diretora do Sepe, Graciete Santana, defende a permanência do aluno em tempo integral. Para isso, segundo ela, será preciso investimento. “As escolas necessitam, por exemplo, de laboratórios para que os estudantes tenham condições de desenvolver suas habilidades”, afirmou ela, contestando, no entanto, a ampliação dos dias letivos. “Isso não é garantia de qualidade. Aumentaram de 180 para 200 dias e de nada adiantou”, indagou Graciete.
Neiva Sampaio, que integra a equipe da diretoria pedagógica da Regional Norte Fluminense, também defende a permanência em tempo integral, mas com atividade extra curso. “O Governo do Estado está implantando nas escolas da rede o ensino médio integrado, que vai agregar o currículo normal ao profissionalizante. Ainda não temos a listagem das escolas que vão oferecer essa nova modalidade, mas as unidades do município, certamente, serão beneficiadas”.
Já a diretora geral do Liceu de Humanidades, Celina Mateus Barbosa, afirmou que aumentar o número de horas do aluno na escola é uma necessidade, como também mais professores e material. “A gente continua convivendo com a carência de profissionais e material pedagógico. Diminuíram de Geografia, por exemplo, de três para duas/semanais, assim como História, quando deveriam priorizar a carga horária de matérias básicas”.
Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, atualmente, a criança ou o adolescente ficam 800 horas por ano na sala de aula, carga considerada baixa quando comparada a de outros países. “O aprendizado está relacionado à exposição ao conhecimento. Há um consenso no Brasil de que a criança tem pouca exposição ao conhecimento seja porque a carga horária diária é baixa ou porque o número de dias letivos é inferior ao dos demais países”, disse o ministro.
Postado por Graciete Santana às 14:46:00
Comentário da blogueira:
O Ministro da Educação quer aumentar o número de dias letivos nas escolas - de 200 para 220 - como se o problema da educação pública fosse esse.
Uma coisa é a implantação da escola integral onde o aluno teria um atendimento completo para adquirir conhecimento e desenvolver suas potencialidades em atividades extracurriculares. Outra é aumentar o número de dias letivos e manter o descaso com a educação pública por falta dos investimentos necessários.
Hoje há uma luta nacional para que 10º do PIB seja destinado a educação. Atualmente este percentual é de 5º e as escolas públicas não reune condições para oferecer uma educação de qualidade.
Aumentar o número de dias letivos serviria somente para acelerar o processo de desgaste dos profissionais de educação que seriam obrigados a conviver por mais tempo com as mazelas da educação. Além disso, representaria a finalização do processo de sucateamento das escolas públicas do país.
Defendemos a escola em tempo integral como dizia o Professor Darcy Ribeiro "lugar de criança é na escola" entretanto, para que isso aconteça será necessário amplo investimento para estruturação das escolas. Esse negócio de 220 dias letivos é uma falácia do Excelentíssimo Ministro. Se aumentar dias letivos fosse o cerne da questão a educação brasileira estaria em outro patamar por conta da ampliação já feita de 180 para 200 dias.
- Exigimos respeito à Educação Pública e aos Profissionais de Educação;
-10° do PIB para a Educação;
- Escola em tempo integral para o aluno;
- Manutenção dos 200 dias letivos.
Abaixo leia matéria sobre o tema.
Matéria publicada no Jornal Folha da Manhã edição de 12/11/2011
Aumento de horas na escola e dias letivos aprovados em Campos
O aumento do número de horas do aluno na escola e a ampliação dos dias letivos, que estão em estudo pelo Ministério da Educação, tiveram aprovação em Campos. Mas, tanto o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), quanto os diretores, acreditam que as medidas não surtirão efeito se não houver melhoria da estrutura pedagógica e administrativa das unidades escolares.
A diretora do Sepe, Graciete Santana, defende a permanência do aluno em tempo integral. Para isso, segundo ela, será preciso investimento. “As escolas necessitam, por exemplo, de laboratórios para que os estudantes tenham condições de desenvolver suas habilidades”, afirmou ela, contestando, no entanto, a ampliação dos dias letivos. “Isso não é garantia de qualidade. Aumentaram de 180 para 200 dias e de nada adiantou”, indagou Graciete.
Neiva Sampaio, que integra a equipe da diretoria pedagógica da Regional Norte Fluminense, também defende a permanência em tempo integral, mas com atividade extra curso. “O Governo do Estado está implantando nas escolas da rede o ensino médio integrado, que vai agregar o currículo normal ao profissionalizante. Ainda não temos a listagem das escolas que vão oferecer essa nova modalidade, mas as unidades do município, certamente, serão beneficiadas”.
Já a diretora geral do Liceu de Humanidades, Celina Mateus Barbosa, afirmou que aumentar o número de horas do aluno na escola é uma necessidade, como também mais professores e material. “A gente continua convivendo com a carência de profissionais e material pedagógico. Diminuíram de Geografia, por exemplo, de três para duas/semanais, assim como História, quando deveriam priorizar a carga horária de matérias básicas”.
Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, atualmente, a criança ou o adolescente ficam 800 horas por ano na sala de aula, carga considerada baixa quando comparada a de outros países. “O aprendizado está relacionado à exposição ao conhecimento. Há um consenso no Brasil de que a criança tem pouca exposição ao conhecimento seja porque a carga horária diária é baixa ou porque o número de dias letivos é inferior ao dos demais países”, disse o ministro.
Postado por Graciete Santana às 14:46:00
sábado, 8 de outubro de 2011
Troca por Douglas da Mata
Pelo que li nos blogs da cidade, a prefeita-cantora resolveu encurtar o ditado, aquele que dizia: "Dêem-lhes pão e circo".
Com os salários aviltados, planos de cargos improvisados e com a dignidade reduzida pelo fato de que ser concursado quase virou crime na terra dos terceiros, a prefeita tira o pão, e em troca dá o circo.
Só isso justifica o show do cantor daniel na praça.
Em meio a uma crise institucional dessa envergadura, e ao descontentamento geral do funcionalismo, só pode ser sacanagem.
Mais um deboche de quem perdeu por completo qualquer compostura ou liturgia para o cargo que ocupa.
Bom, mas enquanto os servidores vão ao circo na praça, e ficam sem pão, alguns têm milhares de bons motivos de inexigibilidade para sorrirem.
E o palhaço do circo? Você, respeitável público e contribuinte.
Planície Lamacenta
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Supremo decide conflito de atribuição relativos a investigações sobre verbas da educação
"O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu quatro casos de conflito de atribuição entre o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MP Estadual) para apurar supostas irregularidades na gestão e prestação de contas de recursos do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério) em municípios de São Paulo.
De acordo com a decisão, cabe ao MPF apurar eventuais as infrações penais cometidas na gestão das verbas educacionais, mesmo que elas não envolvam repasses de dinheiro federal, uma vez que a política de educação é nacional e há evidente interesse da União na correta aplicação dos recursos. No âmbito cível, de apuração de ato de improbidade administrativa por parte dos gestores da verba, a competência somente se desloca para o âmbito federal se houver dinheiro federal envolvido (patrimônio nacional) ou caso haja superveniente intervenção da União na gestão das verbas.
O caso concreto, analisado por meio de quatro Ações Cíveis Originárias (ACOs 1109, 1206, 1241 e 1250), envolve verbas do Estado de São Paulo que teriam sido empregadas de forma irregular pelas Prefeituras de Jaciba, Mirassol, Pradópolis e Itapecerica. Diante desse fato, o Plenário assentou que é do Ministério Público do Estado de São Paulo a competência para propor a ação de improbidade administrativa contra os gestores das verbas recebidas do Fundef, hoje denominado Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), subordinado ao Ministério da Educação.
Esse foi o entendimento externado pela relatora das ações, ministra Ellen Gracie (aposentada), em agosto deste ano, quando o julgamento da matéria começou. Nesta tarde, votaram dessa forma os ministros Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Celso de Mello e Cezar Peluso.
'A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é no sentido do reconhecimento da atribuição do Ministério Público Federal para atuar em matéria penal e pelo reconhecimento da atribuição do Ministério Público do Estado de São Paulo para atuar em matéria cível e de improbidade administrativa, sendo certo que, na improbidade, há o deslocamento da competência para a Justiça Federal caso haja superveniente intervenção da União ou diante do reconhecimento ulterior de lesão ao patrimônio nacional', sintetizou o ministro Luiz Fux hoje, que retomou o julgamento com seu voto-vista.
Somente o ministro Marco Aurélio divergiu. Para ele, se o caso é de serviço voltado à educação do estado, com verbas estaduais, e há desvio de conduta na prestação desse serviço, a competência para propor tanto a ação penal quanto a cível (de improbidade) é do Ministério Público Estadual. 'Na espécie, não está em jogo nem serviço público federal nem recursos federais, por isso eu peço vênia para entender que a atribuição para uma e outra dessas ações é do Ministério Público estadual', disse.
Preliminar
Apesar de acompanhar a relatora dos processos no mérito da questão, o ministro Luiz Fux iniciou seu voto levantando uma preliminar: a de que o STF não seria competente para julgar casos que não envolvam um real conflito federativo. Para ele, a análise de conflitos de competência entre o MP Federal e Estadual pelo Supremo é uma “vulgarização” da competência da Corte, que deveria somente analisar causas que dão ensejo a uma ruptura do pacto federativo.
De acordo com a alínea 'f' do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal, compete ao Supremo processar e julgar originariamente as causas e os conflitos entre a União e os Estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as respectivas entidades da administração indireta.
'O conflito federativo gravita em torno da ideia de que a lide pode criar uma ruptura da federação', disse. 'No que tange ao disposto no artigo 102, inciso I, alínea ´f` da Constituição de 88, a competência do Supremo Tribunal Federal se justifica para decidir sobre o equilíbrio do sistema federativo, para julgar causas que possam comprometer a existência do Estado brasileiro', afirmou. Para Fux, o pacto federativo somente se vê 'estremecido em razão de conflitos institucionais de grande significação e de cunho político'.
Assim, ele propôs que o STF não julgasse as ações por não ser competente para tanto. Entretanto, com exceção do decano da Corte, ministro Celso de Mello, os demais ministros mantiveram a posição atual do Supremo, no sentido de analisar esse tipo de conflito de atribuição.
Conforme explicou o ministro Marco Aurélio, 'não há regência da matéria na Carta (da República)'. Diante disso, o Supremo decidiu que, se o conflito ocorre entre o Ministério Público Federal e um Ministério Público estadual, e não entre Ministérios Públicos estaduais, a competência para analisar o caso é da Corte Suprema. Ele frisou que esse entendimento foi assentado pelo STF em vários pronunciamentos. 'Estou convencido de que essa é a melhor solução', avaliou."
Fonte:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=191038
Postado por Cleber Tinoco às 15:07
De acordo com a decisão, cabe ao MPF apurar eventuais as infrações penais cometidas na gestão das verbas educacionais, mesmo que elas não envolvam repasses de dinheiro federal, uma vez que a política de educação é nacional e há evidente interesse da União na correta aplicação dos recursos. No âmbito cível, de apuração de ato de improbidade administrativa por parte dos gestores da verba, a competência somente se desloca para o âmbito federal se houver dinheiro federal envolvido (patrimônio nacional) ou caso haja superveniente intervenção da União na gestão das verbas.
O caso concreto, analisado por meio de quatro Ações Cíveis Originárias (ACOs 1109, 1206, 1241 e 1250), envolve verbas do Estado de São Paulo que teriam sido empregadas de forma irregular pelas Prefeituras de Jaciba, Mirassol, Pradópolis e Itapecerica. Diante desse fato, o Plenário assentou que é do Ministério Público do Estado de São Paulo a competência para propor a ação de improbidade administrativa contra os gestores das verbas recebidas do Fundef, hoje denominado Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), subordinado ao Ministério da Educação.
Esse foi o entendimento externado pela relatora das ações, ministra Ellen Gracie (aposentada), em agosto deste ano, quando o julgamento da matéria começou. Nesta tarde, votaram dessa forma os ministros Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Celso de Mello e Cezar Peluso.
'A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é no sentido do reconhecimento da atribuição do Ministério Público Federal para atuar em matéria penal e pelo reconhecimento da atribuição do Ministério Público do Estado de São Paulo para atuar em matéria cível e de improbidade administrativa, sendo certo que, na improbidade, há o deslocamento da competência para a Justiça Federal caso haja superveniente intervenção da União ou diante do reconhecimento ulterior de lesão ao patrimônio nacional', sintetizou o ministro Luiz Fux hoje, que retomou o julgamento com seu voto-vista.
Somente o ministro Marco Aurélio divergiu. Para ele, se o caso é de serviço voltado à educação do estado, com verbas estaduais, e há desvio de conduta na prestação desse serviço, a competência para propor tanto a ação penal quanto a cível (de improbidade) é do Ministério Público Estadual. 'Na espécie, não está em jogo nem serviço público federal nem recursos federais, por isso eu peço vênia para entender que a atribuição para uma e outra dessas ações é do Ministério Público estadual', disse.
Preliminar
Apesar de acompanhar a relatora dos processos no mérito da questão, o ministro Luiz Fux iniciou seu voto levantando uma preliminar: a de que o STF não seria competente para julgar casos que não envolvam um real conflito federativo. Para ele, a análise de conflitos de competência entre o MP Federal e Estadual pelo Supremo é uma “vulgarização” da competência da Corte, que deveria somente analisar causas que dão ensejo a uma ruptura do pacto federativo.
De acordo com a alínea 'f' do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal, compete ao Supremo processar e julgar originariamente as causas e os conflitos entre a União e os Estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as respectivas entidades da administração indireta.
'O conflito federativo gravita em torno da ideia de que a lide pode criar uma ruptura da federação', disse. 'No que tange ao disposto no artigo 102, inciso I, alínea ´f` da Constituição de 88, a competência do Supremo Tribunal Federal se justifica para decidir sobre o equilíbrio do sistema federativo, para julgar causas que possam comprometer a existência do Estado brasileiro', afirmou. Para Fux, o pacto federativo somente se vê 'estremecido em razão de conflitos institucionais de grande significação e de cunho político'.
Assim, ele propôs que o STF não julgasse as ações por não ser competente para tanto. Entretanto, com exceção do decano da Corte, ministro Celso de Mello, os demais ministros mantiveram a posição atual do Supremo, no sentido de analisar esse tipo de conflito de atribuição.
Conforme explicou o ministro Marco Aurélio, 'não há regência da matéria na Carta (da República)'. Diante disso, o Supremo decidiu que, se o conflito ocorre entre o Ministério Público Federal e um Ministério Público estadual, e não entre Ministérios Públicos estaduais, a competência para analisar o caso é da Corte Suprema. Ele frisou que esse entendimento foi assentado pelo STF em vários pronunciamentos. 'Estou convencido de que essa é a melhor solução', avaliou."
Fonte:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=191038
Postado por Cleber Tinoco às 15:07
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Planície Lamacenta: Não existem atalhos!
Planície Lamacenta: Não existem atalhos!: São tempos estranhos. A frase é repetida ad nauseam . Há um certo desconforto, um incômodo, uma quase infelicidade, quando encaramos os epis...
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Novela mexicana em Campos dos Goytacazes na visão da sindicalista Graciete
Baixaria dos pinks ,mais trinta dias com Rosinha e no contracheque dos professores veio descontando as faltas pela greve

Temos de um lado uma prefeita com prazo de validade de 30 dias e seus adeptos e de outro um povo aguardando a liminar cair e também esperando que o Ministério Público Eleitoral entre com um recurso contra a liminar em vigor e no meio,de muita baixaria dos pinks,suposta greve de fome,ameaças na Campos Difusora e adeptos até mesmo na Câmara ;os professores foram premiados em seus contracheques com o desconto de R$150,00 reais por lutar por seus direitos.A prefeita é cassada e uma parte da população faz greve de fome e os professores se unem(Nem todos,fiquei surpresa em saber que até uma diretora do SEPE furou greve) para conquistar seus direitos e a prefeita desconta os 3 dias avisados com antecedência e protocolados.
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